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A visão estratégica para as atividades de extensão foi estabelecida considerando a missão e os valores fundamentais da Faculdade Strong Business School, bem como o perfil desejado para os seus alunos. Reconhecendo a natureza dinâmica e o papel essencial da extensão como uma ponte entre o ensino e a pesquisa científica, essa política institucional busca fortalecer de forma geral essa conexão. Assim, entendemos a Extensão como uma prática acadêmica que integra as atividades de ensino e pesquisa científica, respondendo às necessidades da comunidade acadêmica.
Ela contribui para a formação obtida em sala de aula, seja ela presencial ou por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, e atende às demandas da sociedade, permitindo que a instituição exerça sua responsabilidade social diante das realidades locais e regionais.
A instituição compreende a Responsabilidade Social como uma forma de se envolver nas ações que promovem e garantem valores democráticos, direitos humanos, igualdade étnico-racial, igualdade de gênero, respeito às diferenças, acesso ao conhecimento, inclusão, educação ambiental, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e produção e preservação da cultura e arte local e regional.
A curricularização é o meio pelo qual se busca aprimorar a qualidade da formação dos estudantes, levando-os a interagir diretamente com a sociedade. Ela é a estratégia transformadora pela qual a Faculdade conecta teoria e prática, proporcionando aos estudantes oportunidade de desenvolver habilidades e vivenciar o processo educacional de modo mais rico e produtivo.
Apresentam-se os benefícios que a curricularização oferece aos estudantes, dentre os quais o desenvolvimento de habilidades práticas, o convívio com pessoas de diferentes culturas e a oportunidade de aprendizagem que tal experiência proporciona. Tudo aliado à possibilidade de servir à sociedade e de haver grande enriquecimento que tal experiência acadêmico-social oferece aos estudantes.
Conforme as diretrizes definidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) e pela Resolução CNE/CES nº 7/2018, que trata da curricularização da extensão, todas as instituições de ensino superior devem garantir que, no mínimo, 10% da carga horária total dos cursos seja destinada a atividades de extensão, sendo vinculadas ao processo de ensino-aprendizagem e ao desenvolvimento social, cultural, econômico e ambiental das comunidades atendidas.
Na STRONG, a extensão está integrada às matrizes curriculares por meio de disciplinas extensionistas, nas quais projetos são desenvolvidos em alinhamento com a área do conhecimento da disciplina. Elas acontecem por meio dos núcleos de extensão.
I – Programa: ação que obrigatoriamente tem a articulação de, no mínimo, três projetos, com coordenações distintas, podendo ou não estar associados a outras ações (cursos, eventos, prestação de serviços), que integrem as ações de extensão, pesquisa e ensino, desenvolvidas de forma processual e contínua.
II – Projeto: conjunto de ações de caráter educativo, social, cultural, esportivo, tecnológico etc., que tem objetivo específico e prazo determinado.
III – Curso: atividade de disseminação de conhecimento, pautada em um conjunto articulado de atividades pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejado e organizado de maneira sistemática, com carga horária defini da e processo de avaliação formal;
IV – Prestação de serviços: atividades de caráter per manente ou eventual, que compreendam a execução ou participação em serviços profissionais. Pressupõe habilidades e conhecimentos específicos, de domínio dos estudantes, orientados por docente especialista no assunto.
V – Evento: ação que vise a promover, mostrar e divulgar atividades de interesse: técnico; social; científico; artístico; e esportivo.
tem por objetivo posicionar a faculdade como fonte de conhecimento, com relevância acadêmica e prática. Projetos em parceria com as prefeituras locais, órgãos como ACISA, CIESP etc. Atuando em projetos juntos a sociedade.
Coordenador: Luciano Schmitz Simões
Trabalho consiste em uma Consultoria realizada pelos alunos em uma empresa real, permitindo assim obterem uma visão sistêmica. A empresa escolhida apresentará fragilidades/melhorias/problemas que considera impactar no resultado operacional e a equipe de trabalho inicia um processo de entendimento da situação apresentada por meio do estudo, análise e diagnóstico das causas que original esta situação. Os alunos da Strong Business School elaboram o relatório final com a avaliação das possíveis soluções de forma a gerar iniciativas para solucionar os problemas, elaborando planos de ação e acompanhando a implantação da iniciativa gerada.
Coordenador: Valmir Aparecido Conde
A agência experimental de Publicidade e Propaganda da Strong Business School é um órgão auxiliar didático do curso de Publicidade e Propaganda, que funciona como laboratório para a aplicação prática dos conceitos aprendidos pelos alunos, além de introduzir novos conhecimentos. Ela atende as empresas da região, bem como ONG´s e o seu trabalho é voluntário.
Coordenador: Claudio Cesar Gonçalves
O Núcleo de Apoio Fiscal (NAF) é fruto de um convênio firmado entre a Strong Business School e a Receita Federal e é formado por alunos do curso de Ciências Contábeis. O NAF serve de auxílio à comunidade, ajudando com consultas fiscais, inscrições e informações cadastrais de CPF e MEI e fornece auxílio na elaboração e entrega da declaração de imposto de renda para pessoas físicas.
Coordenadora: Marina de Freitas Prieto
O objetivo principal do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) para a sociedade é democratizar o acesso à justiça, oferecendo assistência jurídica gratuita e de qualidade a pessoas carentes ou hipossuficientes.
Coordenador: Marco Antonio Frabetti
Não, contudo, o aluno deverá cumprir a carga horária em outro semestre. Todos os semestres os Núcleos de Extensão publicam um edital com os projetos a serem desenvolvidos.
No início do semestre os núcleos de extensão abrem seus respectivos editais com a lista de projetos, prazos de inscrição, requisitos etc. O estudante pode participar de qualquer núcleo, inclusive pode procurar atividades de outros cursos que não o seu. No entanto, a validação da inscrição dependerá do número de vagas disponíveis para cada atividade. Cumpre enfatizar que a transdisciplinaridade contribui para a formação mais completa, crítica e humanística do estudante. Portanto, espera-se que atue em atividades que não sejam exclusivamente aquelas relacionadas ao seu curso de origem. Todas as dúvidas serão esclarecidas pelos Núcleos de Extensão.
No portal do aluno, no site da faculdade www.strong.com.br/extensao nos murais por meio do QRCode.
Para que seja reconhecida como atividade de extensão curricular, os estudantes deverão integrar a equipe que planeja e executa a ação de extensão, que deve envolver a comunidade externa e cumprir um papel formativo. As atividades complementares, por sua vez, ainda que possam desempenhar um papel formativo, permitem que o estudante participe na condição de ouvinte e em ações que não envolvam a comunidade externa, por exemplo como aluno em um curso de idiomas ou participante/ouvinte em seminários e palestras. Desta forma as atividades complementares não valem como extensão.
Ao final de cada projeto de extensão o coordenador do Núcleo entregará ao aluno um certificado de participação com a quantidade de horas, ou seja, comprovando que o aluno cumpriu todos os requisitos. O coordenador de extensão também entrega uma lista ao coordenador do curso que faz a validação e entrega na secretaria. A secretaria faz a inclusão das horas no portal do aluno. O próprio aluno visualiza via sistema.
Após a realização da atividade de extensão, o aluno deverá elaborar um relatório final sobre as práticas desenvolvidas. É imprescindível que as evidências da experiência sejam inseridas no relatório. O relatório é um documento essencial para a avaliação das ações extensionistas, servindo para analisar a efetividade e o impacto social das atividades realizadas. Por isso, o relatório deverá ser formulado e submetido pelo Núcleo de Extensão.
Para tanto, é preciso que toda atividade de extensão produza “Evidências de Experiência”, como: vídeos, fotos, relatos, cartilhas, sites, jornais, resumos, pôster, cartazes, banner, tutoriais, relatórios, revistas, entre outros. Essas evidências deverão ser apresentadas por alunos, permitindo o registro e mensuração do impacto das atividades desenvolvidas.
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